“Onde eu poderia encontrar couro bastante para cobrir toda a superfície do mundo? Mas (usar) couro apenas nas solas dos pés é o mesmo que cobrir o mundo inteiro. Da mesma forma, não me é possível controlar o curso externo das coisas; mas se eu controlasse minha mente, que necessidade teria de controlar o resto?”

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Termos de Brand para UX

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1 – Brand Promise

A ideia principal de uma marca, que, às vezes, se manifesta claramente no slogan. Essa ideia deve estar sempre presente em todos os serviços, produtos, páginas, etc. Essa ideia deve responder à pergunta: “Qual a razão de ser dessa companhia?”
Coloque essa ideia também na experiência do usuário.

2 – Brand Personality

“Se sua marca fosse uma pessoa, como ela seria?” (Como ela se parece fisicamente, subjetivamente, como ela age, o que ela faz, etc)

Use essas características também no desenho de interfaces, no que diz respeito à animações, elementos gráficos, etc. Por exemplo, se a marca é engraçada, deixe isso claro nas animações.

3 – Brand Attributes

Características individuais que personificam a marca

4 – Brand Vision

Por que a Companhia faz o que faz?

Se nossa marca existisse num mundo ideal, como esse mundo seria?

5 – Brand Mission

Como nós chegamos lá? (na visão)

Como a Companhia pretende alcançar a visão

Missão e Visão ajudam o UX a priorizar necessidades, pois os projetos devem atender ao mínimo uma porção desses dois princípios

6 – Brand Principles

Valores que guiam a companhia tanto nas decisões de negócio quanto na cultura interna.

Ref: https://www.nngroup.com/articles/ux-brand-terms-defined/?utm_source=Alertbox&utm_campaign=2da479ffca-Big_Pictures_Mobile_Brand_Vocabulary_2017_05_22&utm_medium=email&utm_term=0_7f29a2b335-2da479ffca-40340101

Luiz Zernibi – Monotipias

“Em sua nova exposição no Galpão da Fortes D’Aloia & Gabriel, Luiz Zerbini expõe gravuras pela primeira vez em sua longa carreira. Monotipias é o resultado da imersão do artista nesse universo com o impressor João Sánchez. Os dois saíram do Rio de Janeiro rumo à Inhotim em um caminhão levando uma prensa. Chegando lá. foram em busca das espécies raras do Jardim Botânico que serviriam de matrizes para estas obras.”

http://fdag.com.br/exposicoes/monotipias/

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Sobre o processo: http://arte1.band.uol.com.br/natureza-transformada/

 

Brechas Urbanas – As Vias da Criação

11.05

“Berna Reale realiza instalações e performances em que temas como a violência, o feminicídio e a desigualdade social – que atravessam a urbe – estão presentes. Além disso, algumas das suas obras são realizadas na rua. Graduada em artes, ela é também perita criminal. (…) Saiba mais na Enciclopédia Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileiras.

As músicas de Kiko Dinucci, seja em trabalhos solo ou nas suas várias parcerias, são com frequência crônicas ou retratos de São Paulo. Kiko é membro dos grupos Metá Metá e Passo Torto, e colaborou com músicos como Elza Soares e Tom Zé. Em 2017, lançou seu primeiro disco solo, Cortes Curtos (ouça). (…)

Marcelo Terça-Nada forma, com Brígida Campbell, o grupo Poro. O duo cria obras entre arte e comunicação que discutem as vivências e os problemas urbanos – intervenções feitas na cidade, porque nela os dois encontram um ambiente democrático de exibição e autonomia de criação(…) .”

Ref: http://www.itaucultural.org.br/programe-se/agenda/evento/brechas-urbanas-as-vias-da-criacao/?utm_source=Facebook&utm_medium=evento&utm_campaign=Brechas%20Urbanas

Discussão sobre a arte que não fala de si mesmo, mas que dialoga com as pessoas reais e com o mundo real, que acontece no espaço urbano para discuti-lo e provocar reflexões sobre a sociedade.

Uma frase para se pensar:

“Publicidade é quase o único diálogo na cidade” – Marcelo Terça-Nada e Brigida Campbel

Achei triste, pois (quase) todo o diálogo da cidade gira em torno da venda de alguma coisa, da construção da imagem de uma corporação, e não das pessoas que habitam a cidade, de formas de melhorar a convivência, de atender melhor as necessidades das pessoas, de provocar reflexões mais humanas que nos façam evoluir. Achei triste, mas achei verdadeiro. Falta diálogo, não só na cidade, mas no ser humano em si, e o diálogo é a base para criar e fortalecer a sensação de comunidade na cidade, resolver conflitos, criar um ambiente melhor para todos

Uma performance para se pensar:

 

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Berba, na periferia de Belém. Frase da autora sobre a obra: “Como o poder se alimenta da miséria”. Segundo ela, as pessoas se identificaram, começaram a interagir com comentários: “A gente vive na lama mesmo”. Alguns acharam que era uma representação da presidente Dilma, que cumpria seu mandato na época da apresentação.